Em 1650, um navegador chamado Francisco Ayres da Cunha, português, vindo de seu país destinado a fundar povoados na orla marítima do Brasil, teve seu barco avariado ao chocar-se contra uma pedra na localidade de Ponta Grossa.
Procurou então uma enseada e acabou encalhando em Canoa Quebrada, mais precisamente na ponta do Estêvão. Estando seu barco em péssimas condições, doou-o ao mestre Simão, que morava em Aracati. Os Pescadores desse vilarejo só conhecia batelão, balsas e canoas e, quando foram consertar o barco, diziam: "vamos quebrar a canoa". Daí, então, surgiu o nome Canoa Quebrada.
Hoje, além da eterna paisagem deslumbrante, as maiores atrações para aproveitar o sol forte de Canoa Quebrada são os passeios de buggy pelas dunas da praia, admirar as falésias avermelhadas e afogar o calor em um mergulho refrescante nas águas calmas deste acolhedor mar de um verde quase azul. Reserve um dia para navegar nas jangadas, outro para andar a cavalo na praia e esquecer a hora, deixando o vento lhe guiar pelas dunas quase desertas.
Quando o sol começar a deitar no mar de canoa, vá correndo para cima de uma duna e você terá um dos maiores espetáculos do nordeste. Dizem que este pôr-do-sol visto por apaixonados sempre termina em casamento. Depois de todo este SPA energético, recupere o fôlego, porque a noite, que é o mais quente de Canoa Quebrada, ainda nem começou.